As nossas limitações
O gigante de Deus, Paulo, faz uma afirmação com a qual podemos nos identificar a qualquer tempo: “Quero fazer o bem; não o faço. Não que o fazer o mal, o faço, logo não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim.”
Não sei se você já sentiu vergonha de si mesmo, por uma atitude cometida ou palavra proferida errada e situações diversas?
Nossa luta espiritual não é somente no campo aqui referido, mas também nas nossas limitações humanas.
Após um período de enfermidade, ou lutas no campo dos relacionamentos; crise financeira ou familiar, estamos tão debilitados que muitas vezes ficamos surpresos com a maneira como reagimos em determinadas situações.
O que fazer em situações assim: 1) Reconhecer: Paulo reconheceu suas limitações. 2) Ser humilde: Se o problema for pessoal, procurar a pessoa atingida e retrate-se. 3) Buscar autodisciplina: Paulo afirmava que precisava esbofetear sua própria carne, para não ser desqualificado. 4) Ter um tempo de recolhimento: Leio nestes dias um extraordinário livro de Wayne Cordeiro, um pastor de Honolulu, Hawai. Ele ministra para um rebanho de 14 mil membros e lidera mais de 100 igrejas que ele mesmo plantou. Um dia em meio a uma rua de Los Angeles, se viu debaixo de lágrimas e, em seguida, entrou em uma caminhada de três anos de tratamento, por estafa e depressão. O nome do livro é “Andando com o tanque vazio” 5) Depender da graça de Deus e da compreensão dos amigos que andam mais perto de nós.
É bom lembrar que o mesmo Paulo ouviu o consolo do Espírito Santo dizendo: “O meu poder se aperfeiçoa nas suas fraquezas.”
Essa é a nossa segurança!
Pr. Aguiar Valvassoura
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