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EDITORIAL MODELO DE IGREJA |
Modelo de Igreja
“Conheço as tuas obras – eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar” Apocalipse. 3:8
Filadélfia significa lugar de fraternidade. É chamada de “igreja de portas abertas”. Aquela que tem sensibilidade para ouvir a voz de Deus, assimilar o que Deus quer e manter-se no caminho.
Historicamente abrange um período que vai de 1750 até os reavivamentos. Neste período, o conde de Zinzedorf criou um movimento chamado de morávios cujos integrantes tinham um zelo muito grande com a Palavra, mesmo quando os efeitos da Reforma já estavam em total deterioração.
A Igreja de Filadélfia representa essa igreja, chamada de “igreja de portas abertas”. Jesus se manifestou a essa igreja de acordo com a qualidade da Palavra. Para Filadélfia, ele diz: “Eu sou Santo, o Verdadeiro, Aquele que tem a chave de Davi; que abre e ninguém fechará, e que fecha ninguém abrirá (Apocalipse 3:7). Deus é santo e verdadeiro; essas duas qualidades do caráter de Deus se manifestam na pessoa de Jesus Cristo. Além de Santo, Jesus é também o Verdadeiro, pois ele é a Verdade.
Ele disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. Notaram que ele não disse ninguém vai ao Pai, mas vem ao Pai? Ninguém vai a Deus sem Jesus.
Jesus se dirige à Filadélfia como Santo, o Verdadeiro, porque era uma igreja que estava preservando a verdade e a santidade. A Igreja precisa ter o caráter de Filadélfia. Em primeiro lugar, deve ser proclamadora, e proclamadora da verdade. Não temos que inserir absolutamente nada no que pregamos e ensinamos. Basta proclamar a verdade do Evangelho. Paulo disse a Timóteo: “Prega a Palavra”. E o que é a Palavra? A Palavra é a verdade. Jesus disse: “Santifica-os na verdade; a tua Palavra é a verdade” João 17:17.
Em segundo lugar, a igreja deve pregar a santidade de vida. A santidade não é estereótipo. Santo é aquele que anda como Deus deseja. Não está de acordo com o modelo dos homens, mas com o de Deus, que tem coração puro e sua boca fala a verdade, que tem mãos santas. Santificação é o ato interno de Deus, dentro do coração do homem. Não é você criar um modelo, falar quem é, ou quem não é santo, pois Deus vê o coração e sabe que a ética da vida é mais importante do que a estética. A igreja deve manter-se aberta para a verdade e para a santificação.
Pastor Aguiar Valvassoura
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